Pouco depois da introdução do rosé nos mercados da Europa e dos E.U.A., a família Guedes apercebeu-se que o seu vinho, além de ser um enorme sucesso de vendas, possuía uma aptidão especial para acompanhar a comida chinesa e asiática que começava a fazer furor a partir de 1970 na Europa e no mundo ocidental. Foi mais uma razão para o Mateus Rosé ser o grande campeão de vendas dos vinhos portugueses no estrangeiro.
E o que pensam os portugueses do Mateus Rosé?
Pensam que nem sequer é digno da palavra "vinho". "Vinho só se for tinto!..."
Enquanto sucesso de vendas estrondoso lá fora é ignorado cá dentro, dando razão às nossas características como povo - o que é nosso é desprezado em detrimento do que recebemos dos outros países. O nosso bipolarismo permite-nos pensar que hoje temos os melhores vinhos do mundo e na hora seguinte invertemos esta tendência. Infelizmente na nossa história encontram-se demasiados casos similares.
O Mateus Rosé não só é um caso sério de sucesso internacional de vendas como, através da sua popularidade, tem sido um trampolim para a introdução e a divulgação dos vinhos portugueses e da palavra "Portugal" no mundo inteiro. As milhões de garrafas vendidas todos os anos podem atestar isso. Está na altura de mudarmos e de começarmos a dizer que o que é nosso é mesmo bom!
Artur Mesquita
Não entendo que seja bom, entendo é que a estratégia de gestão e segmentação de mercado seleccionada é sim irrepreensivel. O vinho...é igual a si mesmo, sempre o mesmo, agradável mas formulado, tipo a coca-cola.
ResponderEliminarAbraço
Depois de ler este comentário sinto-me uma leiga no assunto. Assim até tenho vergonha de dizer isto, mas pronto, vou dizer na mesma: Eu gosto muito deste vinho seja com fórmulas ou sem... lol
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